quinta-feira, 9 de setembro de 2010

As sub sub-celebridades.

  

     É cada vez mais comum, ainda mais na indústria audio visual brasileira, a aparecimento de pessoas que fazem de tudo para se descatar na mídia. Estas podem ser divididas em três grupos básicos: as talentosas, as famosas e as sub-celebridades. As realmente talentosas são aquelas que muitas vezes, começaram de baixo, ao poucos e com a ajuda da sorte (que na minha opinião é a junção de capacidade e oportunidade) conseguem se destacar com mérito no mundo televisivo. 
     As famosas são aquelas que de certa forma, chamam a atenção do público através da sua vida pessoal. Mesmo que elas digam que a privacidade é algo que se perde ao ser famoso, no fundo eles adoram ser paparicados, principalmente por saberem que milhões de fãs estão loucos para saber da vida de pessoas que, a alguns tempos eram como eu e vc. 
     Já as sub-celebridades, são..se me permitem dizer..pessoas que, das maneiras mais fúteis, fazem de tudo para ganhar uns "15 minutinhos" de fama.Mas há ainda uma classe que, absurdamente, consegue um espaço nesse mundo "business". São figuras que perdem um valioso tempo de suas vidas com músicas que não tem nada a oferecer culturalmente falando, ou ainda, pessimos atores, que fazem piadinhas sem graça nas suas atuações e que tem o sexo (que é uma coisa sagrada) como referência e alvo das mesmas.
     A maior consequente disso é a sociedade, que se deixa levar, e empurra com a barriga esse tipo de classe (se assim se pode chamar). Infelizmente, o mundo se sente atraído por aquilo que não presta, ou que não tem muito valor cultural; estamos existindo e não vivendo, num mundo em que as pessoas fanatizam bandas satânicas, estilos repentinos, mas que exita em falar de Deus, ou pior, de ACREDITAR em Deus. 
     Vamos ser mais realistas, sabemos que o mundo hoje convive com intensas guerras silenciosas, daquelas que de certa forma não atingem a quem não se importa,mas vai repercutir mais tarde. Mas a situação mundial não nos impede de viver uma juventude mais sadia, uma vida inteligente, e não estou me referindo à faculdades mentais, mas ao interesse pelo que realmente é bom e valioso. 

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